Tudo começou com uma coisa muito simples: um professor de Matemática e uma partilha no grupo de amigas.
Até aqui, nada de extraordinário.
Só que, como acontece frequentemente nestes grupos, uma simples partilha rapidamente evoluiu para uma investigação científica.
Primeira pergunta:
— Quantos anos terá?
E pronto.
Entrou a Matemática.
Porque uma idade, sozinha, não serve para nada. É preciso comparar.
Fazer uma subtração.
Calcular a diferença.
Depois alguém pergunta:
— Mas isso representa que percentagem?
Percentagem?!
E lá fomos nós buscar a calculadora.
Depois veio a regra de três simples .
Depois outra conta.
Depois alguém:
— Espera, fizeste mal.
E outra:
— Não, não. Está certo.
E eu:
— Façam novamente porque agora já não sei nada.
A esta altura, já não estávamos a falar de um professor de Matemática.
Estávamos perante um problema matemático complexo com múltiplas variáveis.
-Idade.
-Altura.
-Diferenças.
-Proporções.
-Percentagens.
E assim se formou uma espécie de departamento informal de Matemática Aplicada ao Quotidiano.
Método científico:
1. Observar.
2. Comentar.
3. Levantar uma dúvida.
4. Fazer contas.
5. Desconfiar do resultado.
6. Fazer novamente.
7. Mandar para o grupo.
E se ninguém souber a resposta?
Não há problema.
Abrimos uma nova investigação.
Porque há problemas de Matemática com uma solução.
E depois há aqueles que envolvem um professor de Matemática e amigas com demasiado tempo para fazer contas.
Esses são claramente os mais complicados.
Mundo Utópico da Dri
Nota científica: qualquer semelhança com pessoas ou professores reais é pura coincidência. A Matemática, essa, é rigorosamente aplicada.







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