quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

A historia do Cabaz...



Para mim as quartas-feiras não são apenas dias úteis: são pontos de encontro. São dias em que os almoços de amigos funcionam como âncoras no meio da pressa do mundo, lembrando que a vida também se constrói à mesa.
Foi num desses almoços de quarta-feira que surgiu a rifa.  Cada um comprou o seu número com a leveza de quem não espera ganhar, mas quer participar. 
O cabaz acabou por sair ali, no meio do grupo, como se tivesse escolhido sozinho o seu destino. Um cabaz cheio de coisas pensadas para bons momentos: sabores para partilhar, detalhes para saborear devagar, convites silenciosos à pausa e à celebração. Não era apenas um conjunto de produtos, mas um manifesto: a vida é melhor quando é dividida.

E é aí que entra a simbologia do brinde que podemos fazer com este cabaz ou nos almoços de quarta feira, pois brindar não é sorte nem acaso. O brinde simboliza o coletivo, a alegria que não precisa de dono, o gesto simples de erguer o copo e dizer: “que bom estarmos aqui”.

Dos brindes nascem, naturalmente, as resoluções para 2026, mas não como listas exigentes, mas sim como as intenções possíveis:
- continuar a aparecer às quartas-feiras, mesmo sem rifa;
- valorizar os momentos improváveis que acabam por ser os mais importantes;
- brindar mais vezes em conjunto
- lembrar que a sorte maior é pertencer a um grupo que ri junto.

Neste mundo em que vivemos,  o verdadeiro prémio esteve sempre ali: à mesa, entre amigos, numa quarta-feira qualquer que acabou por ser especial.
Bj utopico
Dri

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