domingo, 30 de novembro de 2008

A nossa vez, a minha vez, a tua vez.... E agora?

Cheguei a casa. Arrumei a mala e nao resisti a escrever sobre este fds. Por um lado, estou triste a jota perdeu a oportunidade de ter um grande lider, um lider que tinha uma mensagem, ideias, capacidade..... A verdade e que agora temos de seguir em frente em prol de uma jsd unida, forte e lutadora pelos direitos da juventude. Por outro lado, gostei de encontrar amigos do norte e sul do pais e acima de tudo fazer novos amigos.
Acredito que o mundo nao tem sentido sem o nosso olhar que lhe confere forma, sem o nosso pensamento que lhe atribui alguma ordem (Lya Luft).Acredito que vais conseguir porque sera sempre a tua vez, a nossa vez e a vez de todos os jovens que acreditarem em ti.
bj utopico
dri

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Onde esta a crise?

Noticia de abertura do sapo: Vários hotéis lotados com ajuda da neve, crise e insegurança no estrangeiro 28-11-2008 16:42.

Agora eu questiono, afinal onde anda a crise?

Bj utopico
Dri

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Cartas paradas

Os CTT vão estar de greve, de acordo com a agencia financeira, de 3 a 6 de Dezembro. Portanto aproveitem para mandar as cartas todas esta semana.... Mas o habito de escrever cartas, infelizmente tem-se perdido. Agora um comentario maldoso: que rica semana de ferias (feriado dia 1 e feriado dia 8).

Bj utopico
Dri

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Surdos do Coração

Andava a passear na blogsfera e passei pelo Blog de Margarida Rebelo Pinto. Não resisto a partilhar convosco um texto que ela intitula de Surdos do Coração.

"Quando um coração se fecha, faz muito mais barulho do que uma porta. Quantas vezes já roubei esta frase ao António Lobo Antunes? Tenho quase a certeza de que ele não se importa, apesar de ser um lobo, apesar de sofrer de problemas de audição, apesar de ter um coração ao qual poucos chegam, e ainda bem.O coração de um escritor só a ele pertence. E os livros que escreve não são mais do que projecções dos seus medos, das suas fantasias ou dos seus disparates. Mas um escritor nunca pode ser surdo do coração, como o são tantos outros homens. Um engenheiro, um gestor, um arquitecto, pessoas que trabalham com números, com margens ou com vidro, aço e betão, podem ser surdos do coração. Um escritor, não. Porque nós trabalhamos com as emoções e com as ideias, e atrás de cada ideia haverá sempre e ainda uma emoção escondida. Os verbos pensar, sentir, sofrer e escrever misturam-se todos à mesma mesa e ao mesmo tempo enquanto existimos. E quando fazemos um raio x e nos arvoramos em leitores de almas, não estamos a fazer mais do que a descobrir a nossa, expô-la aos leitores, encontrando empatia naqueles que gostam da nossa obra e deixando que os nossos inimigos se riam nas costas das nossas fraquezas.
Levar com a porta na cara dói muito. Dói sempre, o dia inteiro, a todas as horas e a todos os minutos. Dói tanto que os segundos se podem tornar insuportáveis e os dias facilmente se transformam em epopeias, viagens trágico-marítimas. Dói de manhã, assim que regressamos do abençoado estado de inconsciência em que o sono nos guarda, quando olhamos para o lado e perguntamos: e agora? Dói quando olhamos para o espelho embaciado onde existem os fantasmas de frases de amor escritas com a ponta dos dedos. Dói quando nos lavamos, quando comemos, quando engolimos, quando respiramos, quando falamos, quando ouvimos, quando pensamos. Dói um bocadinho menos quando nos rimos, quando os amigos nos abraçam, quando a noite cai e os filhos nos protegem.Mas o que mais dói é saber que alguém que ainda amamos, por medo e por sofrimento, nos fechou o coração. O som é igual ao de mil tambores em fúria: não vale a pena falar, não vale a pena escrever, não vale a pena tentar chegar ao outro lado, saltar o muro, enviar emissários, içar bandeiras, fazer cimeiras, apanhar aviões e levar na mão o nosso coração como presente porque ele já não o quer. Quando o outro coração se fecha, deixa de ser nosso. E quando um homem fica surdo do coração, como é muito mais prático do que uma mulher, em vez de chorar e lamber as feridas, oferece-o a outra mulher.
Os homens têm uma existência infinitamente mais leve; confundem desejo com amor. As mulheres não têm a mesma sorte. Os homens sabem como encontrar soluções fáceis para todas as questões e muito poucos têm a coragem de Rilke, que sempre preferiu as soluções difíceis porque acreditava que é no difícil que tudo cabe. Mas não consta que fosse surdo, nem do coração nem do resto."

So um apontamento nao há lingua gestual possivel para estes surdos do coração...

Bj utopico
Dri

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Farmácias decidem....

O Governo desistiu de impor valores de referência nos medicamentos, deixando ao critério do mercado. As farmácias podem assim decidir as suas margens de lucro. O Estado continua, porém, a impor as tarifas máximas do preço dos medicamentos. Por um lado , é uma medida positiva mas por outro tenho alguns receios porque quem vai sofrer sao os utentes e os contribuintes. Provavelmente vai gerar muitas desigualdades... No entanto vale a pena, esperar para ver se a factura de medicamentos de muitos portugueses vai descer.

Bj utopico
Dri

domingo, 23 de novembro de 2008

Utopia da semana

"Quando a coragem se sobrepõe à razão, corrompe a espada com a qual combate" -
William Shakespeare

Bj utopico
Dri

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Sabado, vou ao banco!

O Millenium BCP, entre 22 de Novembro e 10 de Janeiro, estara, aos sabados, com as portas abertas e as equipas de sucursal activas, «para proporcionar aos seus clientes um tempo adicional para tratar os assuntos bancários, quando eventualmente se desloquem às grandes superfícies comerciais para fazerem as suas compras natalícias».
No meu entender, é uma ideia positiva e só e de lamentar que nao seja o ano todo. No entanto espero que a experiencia seja positiva de forma a que outros bancos sigam o exemplo do Millenium e que passem a adoptar este sistema para o ano todo.

Bj utopico
Dri

A quinta dos Animais ao almoço

Sexta-feira tem ganho um estatuto quase litúrgico. Não pela pressa do fim de semana, nem pelo alívio burocrático das horas que terminam, mas...